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LES 7 DOIGTS DE LA MAIN THE 7 FINGERS apresenta TRACES

Pela primeira vez no Brasil, a companhia canadense Les 7 Doigts de la Main vem mostrar, com o espetáculo Traces, porque são considerados os re-inventores do circo contemporâneo em todo o mundo.

Desde que foi fundada em 2002, na cidade de Montreal, a companhia Les 7 Doigts de La Main/7 fingers percorreu uma trajetória que pode ser considerada fulminante. Foram precisos poucos anos para estabelecer um currículo de apresentações celebradas em todo o mundo, passagens aplaudidas pelos principais festivais do gênero e uma coleção de críticas fenomenais celebrando o inusitado mix de artes circenses e acrobacias tradicionais chinesas misturadas a esportes de rua, como basquetebol e Skateboarding, piano clássico, dança, teatro, humor e instalações visuais, apresentado pela companhia no palco em suas produções.

Agora, pela primeira vez a companhia chega ao Brasil, trazendo para os palcos nacionais o espetáculo Traces, que poderá ser visto em São Paulo, no Citibank Hall, de 13 a 17 de Agosto e de 20 a 24 de Agosto. No Rio de Janeiro, a companhia se apresenta no Citibank Hall, de 27 a 31 de Agosto.

Traces é o espetáculo mais celebrado da companhia canadense. Com uma alta dose de energia e impacto visual, misturando acrobacias tradicionais com manifestações urbanas, o espetáculo é ao mesmo tempo poético e explosivo, bem humorado e reflexivo. Já foi apresentado mais de 500 vezes em 13 países diferentes desde a sua criação, sempre com uma enorme receptividade de público e da crítica especializada.

Traces reúne no palco uma trupe de amigos Francisco, Raphael, Brad, Heloise e Will, cinco jovens talentos que se encontraram na adolescência e hoje representam o que há de mais moderno no mundo do circo contemporâneo, a nova geração daquela que é considerada a terceira onda do circo mundial, o Circo Urbano.

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O Espetáculo: Traces

Traces acontece em um momento imaginário em que a humanidade está à beira de uma catástrofe. Trancados em um bunker, os cinco personagens vivem seus últimos momentos, determinados a criar um antídoto para o desastre iminente usando todos os modos de expressão disponíveis para eles - a música, a dança, a linguagem, as ilustrações, as acrobacias tradicionais chinesas de alto risco, as artes circenses, as manifestações dos esportes urbanos, como basquetebol e skateboarding. Contando histórias de seu passado, dividindo experiências pessoais, eles vão se revelando ao público sob todos os ângulos possíveis.

A revelação destas individualidades se dá de forma poderosa, poética, explosiva, bem humorada. Eles usam todas as formas de expressão disponíveis para tentar deixar uma última marca pessoal neste mundo, os seus "traços - traces", antes de desaparecer. Uma mistura surpreendente, que não deixa o público se sentir indiferente em nenhuma parte do mundo.

Em 2005 a companhia apresentou pela primeira vez os cinco integrantes do elenco - em torno de cujas habilidades todo o espetáculo foi concebido - ao mundo através do curta-metragem Corps. Em 2006, assim que seu lançamento foi anunciado, todos os ingressos para as primeiras sessões se esgotaram e a TeleVision canadense lançou um documentário sobre a criação do espetáculo.

Neste mesmo ano, o show foi visto nos Estados Unidos, Alemanha, Japão e França. Em 2007, antes de novas temporadas pelo Canadá, Corea, Estados Unidos, França, Escócia e Irlanda, o espetáculo recebe na Alemanha o German Eva Awards. Em 2008 foi apresentado durante três semanas no Victory Theatre, em Nova Iorque, sempre ovacionado de pé. Durante esta temporada, recebeu duas indicações e ganhou um dos principais prêmios do teatro norte-americano, o Drama Desk Awards.


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Os Performers

Os irmãos Francisco e Raphael Cruz, Brad Henderson e Will Underwood se conhecem praticamente por toda a vida. Juntos, eles freqüentaram cursos de acrobacias chinesas dos 8 aos 18 anos no São Francisco Circus Center, com o diretor do Nanjing Acrobatic Troupe, mestre Lu Yi. Além disso, também se tornaram alunos exemplares em modalidades como salto e trampolim. Quando não estavam no circo, treinavam juntos nas ruas jogando basquete, andando de skate ou criando a arte do grafitti. Atuaram juntos em produções circenses locais e, de vez em quando, ganhavam juntos a estrada em busca de outras aventuras.

Em 2002 cruzaram juntos o país e foram treinar na Escola Nacional do Circo, em Montreal, no Canadá, onde aperfeiçoaram sua técnicas circenses e desenvolveram outras como a dança e a interpretação. Foi lá que conheceram sua futura companheira de cena em Traces, Heloise Bourgeois. Única mulher do elenco, ela nasceu em Paris. Praticou equitação durante 15 anos e trampolim durante 10, participando de várias competições internacionais e recebendo vários prêmios. Seus estudos foram completados com sete anos de balé.

Nos últimos anos de estudos na Escola em Montreal, desenvolveram vários trabalhos juntos. Logo após a graduação, os cinco performers - hoje com idades entre 23 e 26 anos - foram convidados para o elenco de Traces, que foi especialmente concebido para suas habilidades excepcionais.

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A Companhia: Les 7 Doigts de la Main

Les 7 Doigts de la Main - os sete dedos da mão, é uma referência aos 7 diretores/ fundadores que em 2002 deixaram o Cirque du Soleil e criaram a própria companhia, juntando diferentes personalidades, talentos e experiências para um objetivo comum. De experiência eles traziam passagens por companhias celebradas como o Cirque du Soleil, o Cirque Eloize, Wintergarten Variety, Teatro Zinzanni, Pickle Family Circus, Cirque Knie e o Montreal National Circus School.

A meta era oferecer ao público algo novo na cena artística e dar à arte circense no palco um sabor completamente diferente.

Em apenas dois meses a companhia criou seu primeiro espetáculo, Loft, lançado no festival Just for Laugh's em Montreal, e considerado a surpresa e principal hit do evento. Foi o suficiente para que conquistassem as audiências, rapidamente seduzidas pelo clima do espetáculo, que apresentava os artistas vestidos de cuecas, chamando-se pelos próprios nomes, apresentando acrobacias diversas, danças de vanguarda, comédia, música, projeções em vídeo e a presença de um DJ tocando ao vivo no palco. A companhia já mostrava ao mundo a sua marca personalíssima.

Em 2006 lançaram sua segunda produção, Traces. O cenário da primeira peça, um loft, agora era substituído por um bunker. Os atores da primeira montagem - os sete criadores da companhia, também foram substituídos por cinco jovens artistas escolhidos por suas enormes habilidades circenses, em torno dos quais toda a energia de Traces foi concebida.

No palco, a mistura de acrobacias clássicas com a arte das ruas, como o basquete e skates. A explosão de energia jovem presente no espetáculo manteve o enorme sucesso da produção anterior e o espetáculo caiu mais uma vez no gosto do público. O terceiro espetáculo da companhia, La Vie, estreou em julho de 2007 em Nova Iorque, trazendo de volta ao palco os sete fundadores do Les 7 Doigts de La Main.

 


 

 

 


 

 

 

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